Revista PoliTICs 26

A edição 26 da PoliTICs traz importantes contribuições sobre a ampliação do acesso à Internet,...

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Dois eventos que ocuparam as manchetes do mundo digital em 2016 balizam a pauta da...

 

Não se nega que a Internet é um dos avanços mais significativos do último século e,...

 

Histórias de desastres envolvendo a Internet das Coisas estão na moda1....

 

Este documento é uma breve proposta para o reconhecimento de um conjunto de quatro...

Sobre extensões de mídia criptografadas em HTML5*

Uma questão que tem sido debatida na rede é se o W3C deve endossar o padrão Extensões de Mídia Criptografada EME (EME – Encrypted Media Extensions), que permite que uma página da Web inclua conteúdo criptografado, conectando um sistema existente de Gerenciamento de Direitos Digitais (DRM – Digital Rights Management)  na plataforma subjacente. Algumas pessoas protestaram que "não", mas na verdade decidi que a resposta lógica real é "sim". Como muitas pessoas têm sido tão fervorosas em suas manifestações, sinto que devo a elas explicar a lógica.

Uma carta aberta ao Diretor do W3C, ao CEO, equipe e membros

Caro Jeff, Tim e colegas,
Em 2013, a EFF ficou desapontada ao saber que o W3C assumiu o projeto de padronizar "Extensões de Mídia Criptografadas" (EME), uma API cuja única função era dar um papel de destaque para o DRM no ecossistema de navegação Web. Ao fazê-lo, a organização ofereceu o uso de seu repositório de patentes, o apoio de sua equipe e sua autoridade moral para a ideia de que os navegadores podem e devem ser projetados para ceder o controle sobre aspectos-chave dos usuários às contrapartes remotas.

TV white spaces para o acesso à banda larga nas zonas rurais de Moçambique (Estudo de caso: Distrito de Boane)

O governo moçambicano, através do seu Plano Quinquenal, considera o componente de telecomunicações como um direito básico da sociedade. As tecnologias de informação e comunicação (TICs) resumem-se na capacidade de eletronicamente introduzir, processar, armazenar, retirar, transmitir e receber dados e informações. O uso eficiente das TICs, conduzido pelo acesso à Internet de alta velocidade (banda larga), é amplamente reconhecido como a chave para o crescimento da produtividade e o estímulo da inovação nas aldeias.

A Governança da Internet em 2017: Hierarquias nacionalísticas versus redes multissetoriais?*

Dois eventos que ocuparam as manchetes do mundo digital em 2016 balizam a pauta da governança da Internet em 2017. A supervisão das funções IANA passou a ser conduzida pela comunidade multissetorial representada na ICANN, com a expiração do contrato entre a entidade e o governo dos EUA. O governo chinês anunciou a entrada em vigor de uma nova lei de segurança cibernética...

A Internet morreu! Viva a Internet!

Já não falta quem diga que a Internet, tal como tem sido pensada desde as suas origens, desapareceu ou está em vias de desaparecer. Em 2015, no Fórum Mundial de Davos, Eric Schmidt, CEO da Google, vaticinou que a Internet iria desaparecer.

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